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Qualidade & Produtividade!!! : A IMPORTÂNCIA DA EFETIVA APLICAÇÃO DA POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL
em 06/03/2010 11:21:30 (4 leituras)

A IMPORTÂNCIA DA EFETIVA APLICAÇÃO DA POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Taísa Cristina Sibinelli de Oliveira

A sobrevivência humana sempre encontrou-se interligada ao meio natural. No entanto, o padrão de desenvolvimento fundado no acúmulo de capital faz com que haja uma apropriação abusiva dos recursos naturais, provocando um desequilíbrio na relação do homem com o meio ambiente. Tal processo de degradação compromete a qualidade de vida, especialmente nos países mais desenvolvidos, uma vez que as políticas públicas geralmente não tratam os problemas ambientais de forma prioritária e emergencial.
Como resultado de tal quadro vemos o aumento da proliferação de doenças, a exposição da população à miséria, a um ambiente insalubre e degradado, o que vem a ferir alguns dos principais direitos constitucionais do cidadão, tais como a dignidade da pessoa humana, a saúde e o direito a um meio ambiente equilibrado, que garanta a qualidade de vida das presentes e futuras gerações.
Diante dessa realidade, a Educação Ambiental mostra-se como uma das ferramentas de orientação para a tomada de consciência dos indivíduos frente aos problemas ambientais e é exatamente por isso que sua prática faz-se tão importante, a fim de solucionar as questões relativas ao acúmulo de resíduos, desperdício de água, entre outras.
A Educação Ambiental mostra-se como um processo participativo, onde o educando assume um papel de elemento central do ensino / aprendizagem pretendido, participando de forma ativa no diagnóstico dos problemas ambientais e busca de soluções, sendo preparado como agente transformador, por meio do desenvolvimento de habilidades e formação de atitudes, através de um conduta ética, condizente com o exercício da cidadania.
Discutir os problemas ambientais é estar de frente a inúmeros questionamentos, tais como: o que é e o que não é considerado lixo? É possível reaproveitar o lixo? O que é reciclagem? O que é coleta seletiva e qual a sua importância para a preservação ambiental? Quem são os culpados por tanto problemas ambientais? Por que está ocorrendo um desequilíbrio na relação homem / natureza? A Educação Ambiental é um direito? Há alguma legislação que garanta a prática da Educação Ambiental nas instituições de ensino?
A Constituição Federal de 1988 em seu artigo 225, §1º, VI estabelece a obrigação do Poder Público de promover a Educação Ambiental em todos os níveis de ensino e a conscientização pública para a preservação do meio ambiente. A Educação Ambiental é decorrente do princípio da participação, onde busca-se trazer uma consciência ecológica à população, titular do direito ao meio ambiente.
Com a promulgação da Lei nº. 9.795, de 27 de abril de 1999, o Brasil destacou-se como o primeiro país da América Latina a ter uma política nacional especificamente voltada para a Educação Ambiental.
A Política Nacional de Educação Ambiental entende por Educação Ambiental, os processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente. Assim, trata-se a Educação Ambiental de um componente essencial e permanente da educação nacional, devendo estar presente, de forma articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não formal.
A Educação Ambiental passa, portanto, a constituir um direito do cidadão, assemelhado aos direitos fundamentais, estreitamente ligado aos direitos e deveres constitucionais da cidadania. Educar ambientalmente significa, entre outros fatores, uma redução dos custos ambientais, à medida que a população atuará como guardiã do meio ambiente e, a fixação da idéia de consciência ecológica, que buscará a utilização de tecnologias limpas.
A Lei nº. 9.795/1999 vem estabelecer critérios e normas para a Educação Ambiental tanto no ensino formal, nas instituições escolares públicas e privadas, como no não formal, constituindo-se de ações práticas e educativas voltadas à sensibilização da coletividade sobre as questões ambientais e à sua organização e participação na defesa da qualidade do meio ambiente. O aspecto social da Educação Ambiental evidencia-se no dever para com o patrimônio da comunidade e das gerações futuras. Acrescenta-se aqui também a participação da sociedade civil nos procedimentos democráticos, assegurados por lei.
Contudo, vemos que a Política Nacional de Educação Ambiental vem encontrando dificuldades para ser implementada na prática. Os principais fatores que contribuem para essa não aplicação encontram-se intimamente relacionados à falta de conhecimentos sobre a própria política por parte da população e também a falta de interesse pelas instituições.
Investimentos na capacitação de alunos e professores dentro das instituições de ensino, com a finalidade de esses se tornarem agentes disseminadores das práticas ambientais seriam muito bem vindos.
Quanto às associações civis, estas se mostram efetivamente como os grandes puxadores da disseminação de ações ambientais. Porém, ainda assim, faltam investimentos mais maciços nessa área, o que seria de extrema importância para se alcançar os objetivos almejados pela Política Nacional de Educação Ambiental.
A Educação Ambiental é entendida como direito do cidadão, previsto pela Constituição Federal de 1988. A Lei de Política Nacional de Educação Ambiental vem regulamentar o texto constitucional, prevendo o ensino Educação Ambiental em instituições formais e não formais.
Relativamente às instituições formais de ensino, a lei prevê o caráter transdisciplinar da Educação Ambiental. Assim, a Lei 9.795/1999 veda a criação da disciplina da Educação Ambiental nos currículos dos cursos fundamentais, médios e superiores, exceção feita nesse último quanto a aspectos metodológicos.
A transdisciplinariedade das questões ambientais parecem ser o melhor modelo do ensino/aprendizagem da Educação Ambiental forma, uma vez que envolve o estudante nas diversas esferas atingidas pelo tema dos recursos naturais.
Contudo, tal modelo não se ajusta a realidade do caso em foco, uma vez que a grande maioria dos entrevistados afirmam não possuir conhecimentos suficientes na área ambiental para transmitir a seus alunos. Assim, o objetivo da lei de garantir a democratização das informações ambientais e estimular o fortalecimento da consciência crítica sobre a problemática ambiental e social permanecem somente no papel, uma vez que não são trabalhados nas salas de aula.
Sustentamos, assim, a posição que, devido às especificidades no ensinar/aprender sobre a temática ambiental, esta requer, ainda que transitoriamente, um espaço curricular específico, com a finalidade de atingir aos objetivos da Lei nº. 9.795 de 24 de abril de 1999.

MAR/2010

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Qualidade & Produtividade!!! : CÍRCULO VICIOSO
em 04/11/2009 13:48:22 (34 leituras)

CÍRCULO VICIOSO
* Por Wagner Campos
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www.wagnercampos.com.br


Há muito tempo ouço pessoas reclamarem afirmando que o mercado é injusto, que falta oportunidades, que não são reconhecidas profissionalmente entre outras centenas de argumentações, justificando seu insucesso ou frustração. Da mesma maneira, vários clientes e amigos empresários mostram o outro lado da moeda quando reclamam que estão preocupados devido a várias dificuldades encontradas, entre elas, contratação de profissionais qualificados e até mesmo aproveitamento dos profissionais existentes em suas empresas.
Entendo claramente estes argumentos quando estou principalmente lecionando no ensino superior. Fico encantado e entusiasmado com o nível intelectual e maturidade profissional de alguns alunos, os quais se desdobram para se diferenciar em suas atividades acadêmicas, não apenas fazendo algo para ser entregue aos professores, mas fazendo algo para aprender a fazer cada vez melhor. Algumas atividades acadêmicas que recebemos possuem um nível tão avançado em relação à qualidade, profissionalismo e maturidade que temos a certeza que será apenas uma questão de tempo (e pouco tempo) para que estes discentes conquistem uma boa recolocação no mercado de trabalho ou com seu empreendedorismo, abram um negócio próprio que terá grandes chances de sucesso.
Mas, como em todo lugar, há aqueles que acreditam que através do plágio, copiando trabalhos inteiros ou parte deles da internet ou quando muito, fazendo uma atividade tão simplória que conceituá-la de insignificante seria um grande elogio, poderão vir a ter seu diploma e acreditam que serão bem procurados pelo mercado ou que terão suas vagas garantidas. Acreditam que não tem nada a aprender, que podem enganar os professores (quando na verdade estão se enganando), que são profissionais formados por natureza e que as empresas deverão se adequar ao seu estilo de vida. São aqueles que nunca têm tempo para estudar para provas, realizar trabalhos e estudos de caso, mas sobra tempo para irem a bares e se ausentarem das aulas para ir às maravilhosas festas.
Isso também acontece em inúmeras empresas. Há profissionais que acreditam não precisar se reciclar, participar de treinamentos, estudar ou aprender algo novo de outro setor e são muito resistentes a mudanças.
Mas há aqueles que sempre estão dispostos a fazer a “máquina” continuar a se movimentar. Buscam alternativas, se especializam em várias áreas, procuram questionar para compreender, apresentam novos projetos e nunca se cansam. Acompanham o ritmo alucinado das transformações globais e precisam muito mais ser “segurados” do que “empurrados”.
É um círculo vicioso. Os futuros recém formados que afirmam não ter tempo para melhorar seu potencial, capacidade e caráter, se tornarão em breve (se já não forem) aqueles que trabalharão por décadas fazendo a mesma coisa, da mesma forma, com os mesmos resultados e reclamando por não terem oportunidades. Enquanto aqueles que realmente se dedicam, esforçam, são criativos e determinados, serão profissionais altamente cobiçados pelo mercado e as oportunidades e promoções farão parte de suas vidas com muita freqüência.
Segundo Dalai Lama “Determinação coragem e autoconfiança são fatores decisivos para o sucesso. Se estamos possuídos por uma inabalável determinação conseguiremos superá-los. Independentemente das circunstâncias, devemos ser sempre humildes, recatados e despidos de orgulho.”
Em momento algum posso afirmar que estar presente em sala de aula ou apresentar os melhores trabalhos seja sinal de capacidade e potencial, mas posso afirmar que, fazer tudo isso, com certeza demonstram determinação e foco em alcançar um grande objetivo que será responsável pelo sucesso ou fracasso de uma vida. Obviamente é melhor ser um profissional determinado em busca do sucesso a um fracassado acomodado.
“O sucesso nasce do querer, da determinação e persistência em se chegar a um objetivo. Mesmo não atingindo o alvo, quem busca e vence obstáculos, no mínimo fará coisas admiráveis." (José de Alencar)
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* WAGNER CAMPOS é Especialista em Marketing e Palestrante Motivacional em Vendas e Liderança. É Professor de MBA em Marketing e Vendas, MBA em Gestão de Pessoas, MBA em Logística Empresarial e Pós Graduação em Gestão Estratégica de Negócios. Contribuiu com empresas como Ambev, Unibanco, Whirlpool Eletrodomésticos e Sebrae. É autor do Livro "Vencendo Dia a Dia".
Contato para Palestras, Consultoria e Treinamentos F: (19) 3444.9599 - 3038.0678 - wagner@trueconsultoria.com.br - falecom@wagnercampos.com.br.
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nov/2009

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Qualidade & Produtividade!!! : Como anda sua comunicação...
em 11/08/2009 11:23:26 (196 leituras)

Como anda sua comunicação...

O escritor John Powell, assinalou cinco estágios ou níveis de comunicação:

A maioria das pessoas começa no nível cinco: compartilhando meros clichês. Podemos chamar a isso “conversa de elevador”, na qual você fala, mas não compartilha nada: “Olá, como vai?” e “Tenha um bom dia”.

Subir ao quarto nível implica compartilhar fatos. Você está disposto a contar o que sabe, ou o que fulano disse, mas não diz nada sobre você mesmo.

No nível três as pessoas revelam opiniões, suas idéias, juízos e pontos de vista. Neste nível você finalmente começa a sair da casca e revelar um pouco de quem você é. Você se opõe a discordância ou mesmo a rejeição, por isso você é muito cauteloso neste estágio, pronto a retroceder.

Você começa a compartilhar emoções no nível dois. Aqui você está definitivamente saindo de seu aposento íntimo e permitindo que outras pessoas saibam exatamente o que você está sentindo. Novamente, este é um negócio arriscado e você deve ser cuidadoso para não magoar um ao outro, mas é um passo essencial, se você quiser ter relacionamentos além da superficialidade.

O nível um é a transparência, ensejando completa abertura um com o outro compartilhando o verdadeiro você, de coração. Naturalmente este nível de comunicação requer uma grande parcela de confiança e rendição ou entrega. Quando você alcança o nível da transparência, você pode começar a conhecer tanto quanto é conhecido.

www.menegatti.srv.br - menegatti@menegatti.srv.br

AGO/09

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Qualidade & Produtividade!!! : Como Aumentar Suas Vendas No Varejo
em 04/08/2009 15:47:45 (251 leituras)

Como Aumentar Suas Vendas No Varejo
Por Wagner Campos
Acesse:
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www.wagnercampos.com.br


Independente de uma situação de mercado, cidade, localização ou região, para que uma loja tenha maior sucesso em suas vendas, deve se atentar a várias ações visuais que colaborarão para conquistar seus clientes e motiva-los a comprar:

Fachada: É importante que a fachada do estabelecimento tenha aderência com o segmento do mesmo. Atenção às cores, luminosos e estado de conservação pois a fachada será responsável por despertar o interesse inicial do cliente. Lembre-se do ditado: “temos apenas uma chance para causarmos uma boa primeira impressão”.

Vitrines: Devem estar constantemente atualizadas, sem excessos de produtos e artigos de decoração, os preços devem estar expostos.
Trabalhe temas constantemente (dia dos pais, mães, natal, férias, praia, etc).

Lay out: É importante que os clientes consigam circular pela loja sem se esbarrarem com outros clientes e produtos. Procure disponibilizar uma boa área de circulação entre as araras ou gôndolas e mantendo uma linha óbvia de seqüência de produtos, agrupando produtos com maior aderência entre si. Não se esqueça que o interior da loja deve ser totalmente visível sem existirem móveis, equipamentos ou produtos que atrapalhem a visibilidade.

Produtos: Devem estar sempre bem conservados, sem sujeira, precificados e com suas embalagens em perfeito estado de conservação. É necessário estarem ao alcance dos clientes e com fácil visibilidade.

Comunicação/Promoção: Utilize uma boa comunicação para com seus clientes. Seja criativo e inove nos materiais de divulgação internos e externos. Desenvolva cartazes, banners e divulgações em mídia impressa para destacar seus produtos. Lembre-se de sempre adotar análise de cores, criar ambientes que identifiquem com seus clientes e trabalhar com fontes com aderência ao seu segmento e eventuais campanhas que sejam desenvolvidas. Seja criativo nas promoções, diferenciando-se dos concorrentes e do mercado. Uma promoção não tem por objetivo dar descontos e sim promover um produto ou marca além de colaborar para o aumento das vendas por um período determinado.

Atendimento: Treine e motive sua equipe constantemente. Crie campanhas de incentivos, defina metas, acompanhe os resultados. As ações de mercado, direcionada para os clientes, somente terão efeito se a equipe estiver preparada para agregar valor através de um excelente atendimento. Uma equipe despreparada, descomprometida e desmotivada dificilmente irá proporcionar o um resultado significativo e fidelizar seus clientes. Faça um banco de dados de seus clientes. Conheça seus hábitos, o ticket médio de cada um, a freqüência de compra e utilize tais informações para desenvolver ações para fidelizá-los.

Com certeza, utilizando ao menos as sugestões acima, seus resultados serão significativamente mais positivos. Então, mãos na massa e boas vendas!
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* WAGNER CAMPOS é Especialista em Marketing e Palestrante Motivacional em Vendas e Liderança. É Professor de MBA em Marketing e Vendas. Contribuiu com empresas como Ambev, Unibanco, Whirlpool Eletrodomésticos e Sebrae. É autor do Livro "Vencendo Dia a Dia".
Contato para Palestras, Consultoria e Treinamentos F: (19) 3444.9599 – 3441.2017 - 3038.0678 - wagner@trueconsultoria.com.br - falecom@wagnercampos.com.br.

AGO/09

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Qualidade & Produtividade!!! : Como o medo está afetando você...
em 03/08/2009 14:48:33 (244 leituras)

Como o medo está afetando você...

Primeiro:

Quando ficamos com medo, sentimos primeiramente uma necessidade opressiva de proteção. Muitas pessoas instalam alarmes para aviso de incêndio, compram grandes fechaduras para suas portas e gastam milhares de reais com seguro de vida. No entanto, elas ainda sentem medo e querem mais e mais proteção contra aquilo que "poderá acontecer".

Segundo:

Temos a tendência de adiar decisões, as quais sabemos que devemos tomar. Algumas pessoas sofrem quando vão às compras porque têm medo de fazer escolhas erradas.

Como dizia Shakespeare: “Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o que, com freqüência, poderíamos ganhar, por simples medo de arriscar”.

Terceiro:

Vivemos construindo barreiras a fim de evitar que os outros nos conheçam. Muitas pessoas têm tanto medo da rejeição em seus relacionamentos, que se arriscam muito pouco.

Quarto:

Podemos ficar obcecados com o fracasso. Isso é comum em pessoas que já foram despedidas de um emprego, por exemplo. Outras ainda, mesmo sendo atualmente bem-sucedidas, temem por perder tudo!

www.menegatti.srv.br - menegatti@menegatti.srv.br

AGO/09

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